Parabéns Nuno! Vale a pena ser persistente e concentrado.
Um Orgulho!
terça-feira, 15 de maio de 2012
Aos poucos e
poucos vai-se tornando uma rotina. Chegada à pista de Alcobendas pelas 13h30,
cumprimentar o pessoal (os Tugas, à excepção do Gonçalo, tinham todos chegado
na véspera) e há que ir repor as forças, comendo qualquer coisinha.
A pista de
Alcobendas encontra-se localizada numa zona industrial, pelo que a hipótese
mais favorável é ir à “cantina” local onde por um valor muito razoável, temos direito a uma
entrada, prato principal, sobremesa, café e bebida, tudo isto sem atingir os 10
Euros.
Depois de
retemperadas as forças há que começar a descarregar e iniciar o primeiro contacto
com a pista. Construida sobre uma estação de Metro, e talvez por isso mesmo,
esta pista apresenta um piso com algumas irregularidades, o que provoca que os
carros em algumas zonas tenham um comportamento extremamente nervoso.
Desde o primeiro
contacto com a pista que o RS5 TDK12 apresentou um comportamento muito
equilibrado. O grande stress da tarde de Sexta foi o problema surgido aquando
da avaria dos servos da direcção (obrigado Candeias). Enquanto o Alexandre
desmontava metade do RS5 para substituir os ditos cujos servos, o Nuno
aproveitava para dar umas voltas no carro do Gonçalo,
tentando ajudar o Jaime
na afinação do bólide, e aproveitando para dar mais umas voltas de habituação
ao circuito. Circuito bastante técnico, não só devido às irregularidades de
piso já referidas, mas também porque o traçado apresenta uma linha única de
trajectória extremamente bem definida. Quem sai dessa linha, arrisca-se…
Após
substituídos os servos ainda deu para dar umas voltinhas de confirmação, e como
estava tudo ok, fomos até ao Ibis local, refrescar-nos para seguirmos para o Centro
Comercial cá do sitio e comer qualquer coisinha, que nesta coisa das corridas a
alimentação é muito importante.
Depois do
jantarinho (uns secretos que à beira dos de Monsanto, ainda têm muito que
aprender), fomos beber o copinho da praxe, analisar o que se tinha passado
durante o dia e o estabelecer o plano de ataque para o dia seguinte. No
entretanto surgiram o Carlos Fernandez com o Pai, o Jacinto, o Kike e o Ismael
pelo que a noite terminou em amena cavaqueira.
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No Sábado depois
de duas sessões de treinos livres, começavam as coisas a sério. Como é norma quatro
idas à pista,três grupos (só estavam presentes 23 pilotos em Turismo e 22 em
F.1).
Na primeira ida à pista, o Nuno consegue o 5º tempo da Geral, já com o diferencial LSD, o que provocou algumas atravessadelas. As coisas começavam muito razoavelmente, mas havia que tentar melhorar o comportamento do carro. E aqui é que as coisas começaram a correr mal. As alterações efectuadas a nível de suspensão não resultaram e na segunda saída deu-se a descida para o 7º lugar.
Na primeira ida à pista, o Nuno consegue o 5º tempo da Geral, já com o diferencial LSD, o que provocou algumas atravessadelas. As coisas começavam muito razoavelmente, mas havia que tentar melhorar o comportamento do carro. E aqui é que as coisas começaram a correr mal. As alterações efectuadas a nível de suspensão não resultaram e na segunda saída deu-se a descida para o 7º lugar.
Mais uma vez são
efectuadas alterações, mudado o óleo dos amortecedores com o objectivo de
tornar o carro mais equilibrado, mas mais uma vez as coisas não funcionaram. À
terceira saída o percurso descendente mantinha-se, e o Nuno desce para 10º.
Entretanto o
Gonçalo tinha subido para quinto e o João Ramos para oitavo, e o Alexandre
estava em vigésimo. O Tiago não aparecia na classificação porque ao fim de três
mangas ainda não tinha conseguido efectuar uma volta lançada… Muitos problemas
a impedirem a ida para a pista
O ás de trunfo
para a quarta manga consistiu na montagem das molas antigas e de uma alteração
do camber utilizado. Havia algum optimismo de que as coisas iam correr bem, só
que na manga do Alexandre, que se disputava imediatamente antes da manga do
Nuno, Gonçalo e Tiago, começam a cair alguns pingos, mantendo-se o céu muito
escuro e com muitas nuvens de aspecto ameaçador.
O que é certo é
que o S.Pedro foi um “gajo” porreiro e as coisas aguentaram-se. Depois dos inalcançáveis David e Carlos com
28 voltas cada, seguiam-se o Pablo e o Viña com 27. O Nuno consegue efectuar 27
em 10:08:555 o que lhe garante o quinto lugar, logo seguido pelo Gonçalo, que
gastou mais três segundos para fazer as mesmas 27. O João alcançava o nono
lugar, o Alexandre o 17º, e o Tiago finalmente conseguiu fazer 6 voltas,
classificando-se em vigésimo terceiro e último. O segredo destas coisas está
mesmo na regularidade; o Nuno das vinte
e sete voltas faz 24 no segundo 22, duas no segundo 23 e uma no segundo 21.
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No Domingo as coisas começavam a sério logo às 9h para o Alexandre e para o Tiago. E começaram bem, pois tanto um como o outro passaram sem problemas às meias; o Tiago foi terceiro e o Alexandre quinto.
E mais uma vez numa das meias estavam 4 Tugas, tendo o Gonçalo caído para a Meia B. A pista ainda estava muito molhada da chuva que tinha caído durante a noite e mesmo após os quartos de final e as duas meias de Fórmula 1, a meia B começou com o piso bastante escorregadio.
O Gonçalo viu-se
em grandes dificuldades para segurar a máquina, e na penúltima volta estava
eliminado da final pois rolava em sexto e a prova tinha sido definida como
prova de chuva, pelo que só passavam os cinco primeiros. Mas mesmo a terminar a
meia o Jonatan Barrio secou e o Gonçalo aproveitou.
O vencedor desta
meia foi o Carlos seguido do Viña.
Na outra meia, a
meia dos Tugas, o Nuno parte em terceiro a seguir ao David e ao Pablo, o João
partia em 5º (partia, porque nem sequer chegou a partir com um problema no
acelerador do seu Genius), o Tiago em nono e o Alexandre em 10º.
Dada a partida o
David isola-se e inicia-se um grande duelo entre o Pablo e o Nuno, que embora
estando mais rápido não conseguia ultrapassar. O Dani Diaz que tinha ficado um
pouco mais para trás após um toque com o Nuno ia recuperando e encostava
novamente. Seguiram-se várias voltas com o s três carros completamente colados,
até que num ligeiro erro do Pablo, o Nuno mete o carro, tocam-se e o Dani passa
para 2º, mantendo-se o Nuno em 3º. O Pablo começa a atrasar-se, acabando por só
conseguir fazer 29v. Entretanto já tinha parado o Alexandre com problemas de
pneus.
A luta entre o
Dani e o Nuno estava ao rubro, e após várias tentativas dá-se a ultrapassagem
na zona de SSS a seguir ao gancho que finaliza a recta da meta. O Tiago pé ante
pé consegue chegar ao quarto lugar, elevando assim para três o numero lusitanos
na final.
Dado que a pista
nesta meia estava muito mais rápida, a grelha para a Final tinha em primeiro o
David, depois o Nuno, o Dani e só em quarto surgia o Carlos, que tinha sido o
vencedor da Meia B.
Dada a partida o
Nuno consegue manter o segundo lugar durante muito pouco tempo, vendo-se logo
ultrapassado pelo Dani. Seguiu-se uma luta de três ou quatro voltas com o
Carlos, que logo após ter passado o Nuno ultrapassa o Dani. O Nuno que já tinha
os pneus em melhores condições de aderência aproveita a oportunidade para meter
o carro e na entrada da recta da meta consegue passar para terceiro. Ainda
ninguém sabia, mas para aí à sexta ou
sétima volta estavam definidos os quatro primeiros.
Já na fase final
o Carlos encosta completamente ao David, chegando mesmo a existir alguns
toques, mas não conseguindo passar para a frente.
O Gonçalo sempre
muito certinho acaba por conseguir o quinto lugar e o Tiago termina em nono
apenas com o Viña (problemas de motor) a ficar atrás
Na frente o David
com dois primeiros lugares é o maior candidato à conquista do Campeonato
Espanhol, com o Carlos a espreitar a sua oportunidade. E convém não esquecer
que o Carlos é só o Campeão Espanhol nos últimos três anos…
Agora segue-se a
terceira do Nacional Portugês em Maiorca – Figueira da Foz. A ver vamos.
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