quinta-feira, 25 de outubro de 2012



Coimbra, 20 e 21 de Outubro 


Supostamente seria a festa da Taça de Portugal.
 

As previsões metereologicas não eram muito animadoras, mas existe sempre aquela esperançazinha de que os “mentereológicos” se enganem. Assim no Sábado de manhã procedeu-se à habitual operação de carga, para após o almoço em família partirmos com rumo a Coimbra, esperançados em terminar a época com mais uma boa prestação.
 Chegados a Coimbra após uma viagem sem história caímos na real.  Tirando o pessoal do JA LoveMobile Van , e do Fernando Rosa, não apareceu mais ninguém.


A Direcção de prova confirmava a existência de 13 inscritos para a prova … 

Do lado da RCMotorSport as coisas correram com uma normalidade absoluta. Os carros já estavam com um acerto base quase perfeito sendo os problemas exógenos, relacionados com uma pista muito crua e uma temperatura ambiente baixa, duas condicionantes fortes à manutenção de um andamento rápido. A escolha de pneus prometia ser um ponto critico ao desempenho do fim de semana.

Arrumada a tralha, confirmada a reserva no Dona Inês, rumámos ao restoring com a ajuda do nosso cicerone local. O resultado foi mais do que satisfatório; um restaurante caseiro, com uma canjinha de galinha, uma grelhada mista, misturada com picanha e secretos (grelhada mista mais mista do que esta não deve haver, eheheh), um tinto que era de estalo, sobremesa, café e uns Beirões para terminar. Grande momento de Taça este… O Melhor.

O Sr.Director José Pedro Cruz
No Domingo não houve necessidade de despertar muito cedo. Chegados à pista confirmou-se a comparência de apenas 12 pilotos. Confrangedor. Fez-me lembrar as provas do Regional Norte daqui há uns anos atrás….

Aos 6 presentes no Sábado, juntaram-se o Zendas e o Joel, o Manuel Teixeira e o Assunção, o Vitor Pinto e o Bruno Coelho.
Divididos em duas mangas de seis, iniciaram-se as séries. Para nós a 1ª manga foi soberba, com o Nuno a conseguir 26 voltas 10.20.299 (23.301) e o Alexandre a conseguir 25 em 10.19.154 (24.061). O Bruno, um dos potenciais candidatos à vitória participava na Manga 2, conseguindo 23 voltas em 10.06.458.
Na 2ª manga uma ligeira melhoria de cerca de 4 segundos, passando para os 10.17.938, permitiu manter o primeiro.
Nuno Pinto - RS5 RDK12

Embora  a série 2 ainda tenha conseguido efectuar as três mangas, a terceira manga da série 1 já não teve participantes, porque o S.Pedro passou das ameaças aos factos.O Top Qualifier estava garantido.
Por outro lado a festa da taça estava cada vez mais comprometida…
O ranchinho do almoço deu para animar um pouco as hostes. Isso e o facto de que embora o céu continuasse muito escuro tinha deixado de cair água. Com um pouco de paciência lá se foram arranjando as coisas, e embora a pista ainda tivesse alguns pontos para o molhado, na maioria do seu perímetro digamos que estava húmida.
E lá se deu partida aos 12 finalistas presentes. E aqui o primeiro aspecto que tenho que criticar. Alguém (sinceramente já não me recordo quem) colocou a hipótese de em vez de se realizarem duas meias-finais, passaram a totalidade dos presentes à final. Porque era mais rápido, porque se perdia menos tempo, podíamos todos ir para casa mais cedo, etc, etc. Só vantagens!
Campeão Nacional 2012 - 3º Campeonato Espanhol - 12º Taça de Portugal
7º no C. Nacional - 11º no C. Espanhol - 5º na T. de Portugal e 66º no C.Europeu

O que veio a acontecer é que a Final virou uma espécie de Demolition derby, em que quase toda a gente andou mais tempo a bater deliberada ou não deliberadamente uns nos outros.
O Nuno acabou por ser um dos maiores prejudicados quando após ter sido dada a partida, e após os toques e atravessadelas iniciais, a subida de temperatura dos PMTs permitiu a recuperação para o Bruno, ultrapassá-lo e começar a ganhar vantagem ajudado por uma atravessadela do Bruno. A exibição  acaba ao  ter um encontro imediato de terceiro grau com o Ti Jaime aquando de uma dobragem, que danificou de forma irreversível a direcção do RS5.
E assim num segundo, uma mais do que provável vitória transforma-se num último lugar.
No momento em que escrevo estas linhas está mais ao menos decidido que esta foi a última participação com um caracter de regularidade em provas Nacionais. Como é evidente o que está decidido hoje pode ser alterado amanhã (é completamente diferente da outra frase “célebre”, aquilo que é verdade hoje pode ser mentira amanhã).
Exemplificando; para mim é verdade hoje, e há-de continuar a ser amanhã, que provas em que se coloque a hipótese de participarem mais do que dez pilotos, numa manga, semi-final ou final, e desde que essa hipótese vá a votação, o voto será contra. Se for imposta, resta-nos sempre a decisão de não participar, como é óbvio….
Durante o Domingo, e em conversa com o Sr.Delegado “Zendas” foi colocado o cenário da possibilidade de realização de 4 mangas de treinos para provas com menos do que 20 inscritos, ou a possibilidade das mangas terem inicio pelas 11h, permitindo assim que o pessoal só se desloque no Domingo mas tenha cerca de uma hora a hora e meia para treinos livres, antes de começarem as coisas a sério. Parece-me uma ideia com pernas para andar, e espero que o Zendas apresente mesmo esta ideia no local próprio para estas coisas. 

Poupar a deslocação no Sábado, mesmo que à custa de um eventual prolongamento de horário no Domingo, parece-me uma medida mais do que realista atendendo aos tempos que se avizinham e aos maus prenúncios deixados por esta Taça para o ano vindouro.
A redução de provas também poderá ser outro factor a ser considerado, mas isso é que já é mesmo para ser discutido noutros fóruns.
Voltando à descrição da final, o Bruno a partir deste momento passeou o seu Harm pelo traçado, o Tiago recuperou até segundo, verificou-se uma luta muito interessante entre o Zendas, Joel, e Alexandre, tendo sido o Alexandre o primeiro a atrasar-se fruto de alguns toques, enquanto o Zendas e o Joel faziam verdadeiros “crash-testes” aos seus Contrasts, com vantagem final para o Zendas.
O número de toques (alguns completamente involuntários, como é evidente) nesta Final, foi algo de verdadeiramente assustador.  Espero que a justificação para tal seja o estado complicado em que se encontrava a pista e o elevado numero de pilotos participantes na Final, e não um sentimento generalizado de que o crime compensa porque só com muito azar é que a Direcção de Prova vai penalizar os prevaricadores com um “Stop-and-Go”.
Termino dando os meus Parabens ao Bruno, Tiago e Zendas. E até 2013 se …….

sexta-feira, 5 de outubro de 2012



Monsanto,  22 e 23 de Setembro

O melhor do fim de semana foram mesmo os Secretos de Porco Preto, no “Jugo do Lavrador”.
Mas é que foi mesmo.
Além dos secretos estarem ao nível habitual ou seja deliciosos, tivemos o prazer de contar com um aliado de peso. E não, isto não é nenhuma piada foleira. O David Resende fez o favor de nos fazer companhia ao almoço. O único contra que se pode apontar aquele almoço é que a partir desse momento o Porco Preto passou a ser uma espécie em vias de extinção em Portugal.
Falando (ou será que é escrevendo) um pouco mais a sério. A partir deste momento alto dirigimo-nos ao mini-autódromo de Monsanto (quiçá pela última vez) e ao chegar começamos a ter as primeiras surpresas; alguns dos principais candidatos à vitória, cerca das 15 horas de Sábado, já tinham dado por encerrados os treinos de preparação.
Mau Maria, isto significava que o pessoal andava a treinar muito a sério para se poderem dar ao luxo de prescindir da tarde de Sábado.
Como nós não nos podíamos dar a estes luxos, tivemos que interromper o processo de digestão em curso, e começar a carregar o material para as boxes de Monsanto.
Iniciado o treino as coisas iam decorrendo de forma normal, quando o Nuno tem uma primeira saída um pouco inexplicável. Pouco depois uma segunda saída, também um pouco estranha, seguida de uma saída em frente a uma velocidade já bastante reduzida até bater num dos “carris” limitadores da pista.

A primeira hipótese justificativa apontava para uma possível  bateria descarregada, pelo que após a sua substituição, fez-se o regresso à pista, mas o comportamento do carro continuava a ser mais do que estranho. Nova paragem, realização de um diagnóstico mais cuidado e …… dois servos da direcção em greve de zelo.
Como conclusão, dia terminado para o Nuno e para o Alexandre, 
que também pouco tinha rodado. Servos substituídos, carro pronto e eram quase 20h, pelo que restava-nos arrumar as tralhas e rumar ao hotel. Aqui tenho que fazer um parenteses curvo.  No trajecto para o hotel passámos pela nova-hiper-mega-ultra-rotunda do Marquês. Só tenho um comentário a fazer; ainda bem que vivo no Porto, ehehehehehe.
À  noite houve “Touro Ibérico” na companhia do David, dos Machados e do Zé Candeias. Foi divertido. No fim os meninos foram para casa, e os malandros foram para as Docas, estudar a estratégia para o dia seguinte a aproveitar para confraternizar com o amigo Jim. O que não estava previsto era a queda de água que inundou completamente a zona, e que me obrigou literalmente a caminhar sobre as águas para poder entrar no carro e regressar ao hotel para um mais do que merecido descanso….
Começamos a pensar que a manhã de Domingo ia ser passada na caminha a recuperar do esforço da véspera.



Nada disso. O Domingo amanheceu com má cara mas seco e deixámos de ter desculpas válidas pelo que tivemos mesmo que ir para a pista.
Aí chegados, já se disputava a primeira manga ainda com um piso bastante húmido. Na primeira ida a sério à pista, o motor do carro do Nuno apresenta um comportamento estranho fazendo um poço em aceleração em plena recta. A solução passou mesmo por montar o motor de reserva, o que implicou alterar a embraiagem e a campânula utilizada. Finda esta operação, a pista já estava encerrada, pelo que o teste possível foi realizado em plena meia-final.
A embraiagem estava com um comportamento no mínimo estranho, o que implicou que durante os vinte minutos da meia-final, existisse sempre a expectativa de ver quando é que aquilo parava. Mas não parou e o Nuno conseguiu o terceiro lugar e o acesso à Final. Momentos emocionantes foram os vividos pelo Gonçalo e pelo Tiago, com os carros a pararem por várias vezes e a voltarem à pista. No fim o Tiago consegue a qualificação para a final in-extremis e o Gonçalo arrumou o material mais cedo, fazendo com que um dos principais candidatos à vitória final ficasse de fora.
Na outra meia, o Alexandre que estava com um grande andamento, vê partir-se um parafusinho do sistema de direcção e prontos….
O Rui Machado também teve um encontro imediato de terceiro grau com um OVMI (o M é de Monsanto) em plena recta grande e eis mais um RS5 a arrumar as tralhas mais cedo.
A Final iniciou-se com o Nuno a partir de oitavo, o que significava muito trabalho de recuperação pela frente. E foi mesmo isso que aconteceu. Dada a partida iniciou-se a referida recuperação, que se tornou mais complicada, aquando da chegada à traseira do carro do Zé Candeias tendo-se inclusive verificado um pequeno contacto sem consequências de maior. Estas “manobras” permitiam um afastamento dos primeiros e uma aproximação do Tiago que tendo partido de nono conseguia chegar à traseira do RS5 do Nuno.
Na gancho à esquerda que antecede a entrada na recta grande acaba por se dar um toque, sendo o Nuno o maior prejudicado, até porque a Direcção da corrida não se apercebeu da situação ocorrida.
Como o Tiago achou que não devia parar e deixar o Nuno regressar à posição que ocupava antes do toque (algo que é normal de acontecer, pelo menos nesta escala), o atraso registado acabou por ser demasiadamente penalizador. 

A recuperação encetada permitiu ainda chegar ao segundo lugar a cerca de oito minutos do fim desta Final, mas uma cremalheira moída foi o golpe final num fim de semana que foi verdadeiramente para esquecer.  Talvez agora entendam porque é que eu comecei esta crónica dizendo que a única coisa que valeu mesmo a pena, foram os Secretos do almoço de Sábado.
Resta a Taça de Portugal para terminar a época de 2012. Por entre alguns sentimentos contraditórios, existe a vontade de rever alguns amigos coimbrãos (será que é mesmo assim que se diz?), pelo que em princípio lá estaremos.

Abraço

José Pinto

domingo, 16 de setembro de 2012



Samil, Vigo 7,8 e 9 de Setembro

Para a 4ª e última prova do Campeonato Nacional de Espanha, o circuito de Samil em Vigo era a escolha perfeita; a pouco mais de 100 km de casa e com a maravilhosa praia do outro lado da avenida marginal é difícil encontrar (talvez mesmo impossível) um circuito de RC com uma localização tão prazenteira.
    

O Alexandre esforçou-se e para além de termos levado dois RS5 TDK12 no máximo da sua evolução, levámos também duas carroçarias novas, pintadinhas de fresco. Só de pensar em colocar aquelas duas meninas na pista….
Com todos os acertos de última hora só foi possível carregar o carro na Sexta de manhã. Ao fazer esta operação tão rotineira acabou por acontecer o primeiro “acidente”; ao fechar a tampa da mala, a asa traseira do carro do Nuno estava um pouco mais alta do que o costume e….. prontossshhhh asneira. O Alexandre já tinha alguma coisa para reparar quando chegássemos a Samil….

A viagem decorreu sem incidentes (isto de circular a 130 km/h tem muito que se lhe diga), e após chegados ao circuito, cumprimentado o pessoal que já para lá andava às voltinhas, fomos retemperar forças de imediato para podermos ficar com a tarde toda disponível para treinos.
Após recuperada a asa “acidentada” e após algumas fotos (daquelas de para mais tarde recordar como é que as carroçarias eram bonitinhas quando eram novas), o Nuno foi para a pista deus três ou quatro voltas, capotou e …. asa novamente partida!!!
 



Substituida a asa pela asa que tinha estado instalada na carroçaria antiga, o Nuno foi para a pista e desconfio que já sabem o que aconteceu. Pois, foi isso mesmo, capotou e asa partida. Ele há dias assim.
Passando à frente da questão das asas, verificava-se que a pista estava muito complicada, e que a escolha dos pneumáticos correctos ia ser a grande questão do fim de semana. Entre os GRP “C”s e os PMTs “05” ou “10”, a escolha correcta podia decidir a vitoria na corrida de Domingo.
Quanto ao lote de potenciais candidatos à vitória, notava-se a ausência do David, do Pablo e do Diaz, pelo que o maior candidato era mesmo o Carlos Fernandez. A oposição viria certamente do Viña a querer terminar bem uma época que na maioria das provas foi para esquecer, o Fernando Silva que depois do segundo lugar de Santander, procurava ficar à frente do Nuno para ascender ao terceiro lugar da classificação geral do Campeonato Espanhol e o próprio Nuno que o ano passado com todas as “vedetas” presentes tinha conseguido terminar em quarto.

A tarde foi-se passando com os carros a ficarem mais afinados, com a chegada do José Candeias (o Dr.Salgado só chegaria no Sábado, completando assim as presenças lusas nesta prova), e com a adaptação do Nuno e do Alexandre à pista a decorrer de forma normal.






No Sábado começaram as coisas mais a sério. Após a reunião de pilotos, publicação dos horários e uma manga de treinos-livres cronometrados começaram as mangas cronometradas. 

Rapidamente o Carlos tomou conta do primeiro posto, enquanto o Nuno após uma ida à terra-relva na entrada da recta grande, quando chegou ao fim da mesma não consegue fazer a curva e tem um encontro imediato com o muro da vedação. Consequência imediata, só uma das rodas da frente pousava na mesa, ficando a outra no ar. Depois de desmontada a frente, verificou-se que o suporte do bumper tinha partido e pior do que isso, a barra estabilizadora tinha empenado….As coisas estavam a complicar-se um pouco até porque a saída verificou-se antes de começar a manga pelo que ainda não havia nenhuma volta registada.

Na segunda saída regressamos à normalidade, com um terceiro posto atrás do Fernando, ambos com 24 voltas, mas o Fernando a efectuá-las em menos dois segundos que o Nuno. O Alexandre na primeira manga tinha feito 23 e agora conseguiu menos uma.
A terceira manga corre quase de perfeição e o Nuno consegue chegar às 25v, enquanto que o Alexandre não saiu. Neste momento só o Carlos e o Nuno tinham conseguido chegar às 25 voltas.

A quarta e última manga ia constituir a derradeira oportunidade para validar as alterações entretanto introduzidas no carro, mas nas voltas de aquecimento o motor em plena recta grande começou a engasgar-se e antes que se verificassem estragos o Nuno decidiu parar. Tratava-se de um simples problema de alimentação de combustível, muito “simples” mesmo, mas que foi o suficiente para estragar esta manga. As distracções pagam-se caro.
O Carlos consegue novamente 25 em 10:09, o Viña aparece em grande com 25 em 10:18, e o Fernando não consegue chegar às 25, fazendo 24 em 10:00:433. Faltou um bocadinho assim…. O Nuno tinha 25 em 10:24, pelo que assegurou o terceiro lugar.O Alexandre ficou colocado na semi B com o numero 4 e o Nuno na semi A com o 2, o que foi bom, pois é sempre melhor estarem em series diferentes do que na mesma.

 No Domingo as coisas para os F1-Men não correram nada bem. Coincidentemente, problemas com servos acabaram por ditar a ausência dos dois da Final, dominada pelo Carlos Fabregas, que após uma saída em falso em Valencia conseguiu três vitorias e consequentemente o Campeonato. Parabéns ao Carlos e ao sue motorista o Manel Boixados (MR-Racing).





Na meia B, o Alexandre consegue uns bons e regulares trinta minutos qua acabam por garantir 67 voltas, o terceiro lugar e pela primeira vez o acesso a uma Final em Espanha. Parabéns Alexandre.







Logo nesta meia a principal luta do fim de semana acabou por ficar decida. Quando seguia em primeiro o Viña teve um problema de servos e acabou por parar aos 23:16 com 57 voltas.





 
Imediatamente a seguir o Genius do Fernando começa a apresentar um comportamento “soluçante” acabando mesmo por parar no inicio da recta grande. Após algumas tentativas infrutíferas para devolver o motor à vida, o carro é retirado para as boxes, não regressando mais à pista. Diagnóstico confirmado pelo próprio Fernando, falta de gasolina aos 23:55!!!



Na outra meia não se verificaram estórias. O Carlos ganhou, o Nuno teve uma partida completamente falhada e ao tentar fazer a esquerda de entrada na recta grande por fora, pela parte do asfalto que estava completamente suja, foi à relva e num instantinho caiu de segundo para último. Depois foi recuperar até ao segundo lugar, estava garantida a quinta final sucessiva em terras espanholas.


A final acabou por decorrer sem grandes ocorrências. Desta vez aquando da partida, o Nuno já não cometeu o erro anterior e após dada a largada encostou à traseira do RS5 do Carlos e fez a trajectória correcta. Nas primeiras voltas o JCandido ainda tentou pressionar o Nuno, mas aos poucos e poucos a diferença foi-se alargando, acabando o Nuno a uma volta do Carlos  e com duas de vantagem para o Candido.  Estava alcançado o segundo pódio da época espanhola e o terceiro lugar final do Campeonato. Melhor é certamente possível, mas sem dúvida que também é muito complicado…



  Mais uma vez, um obrigado enorme ao Alexandre que foi sempre inexcedível na preparação do carro e no acompanhamento do mesmo durante as provas, por várias vezes prejudicando a sua própria performance para assegurar as melhores condições possíveis ao Nuno. O prémio desta vez foi um sexto lugar final, mais do que merecido. Parabéns Alexandre.

















Agora falta uma semana para a última do Campeonato Nacional em Monsanto. Até lá